The Whole Blog

It started with a boy I met at summer camp and ended with the man for whom I left my first husband. In between, I careened from one intimate entanglement to the next — dozens of them — without so much as a day off between romances. You might have called me a serial monogamist, except that I was never exactly monogamous. Relationships overlapped, and those overlaps were always marked by exhausting theatricality: sobbing arguments, shaming confrontations, broken hearts. Still, I kept doing it. I couldn’t not do it.

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Porque neste nosso mundo el@s também “andem aí”... e muito, fica aqui a transcrição de um excelente texto sobre o narcisismo.

Como reconhecer (e despachar) um narcisista

É um ser cheio de si, nariz empinado e ego inflamado, que se olha como único e especial. Desvaloriza e menospreza os outros, esconde inseguranças e vulnerabilidades dentro de si. O que fazer? Bater o pé ou virar as costas?

Espelho meu, espelho meu, haverá alguém tão maravilhoso e importante quanto eu? Parece que não. A pergunta é uma mera questão retórica porque a resposta é mais do que óbvia para um narcisista. Um ser vaidoso e pretensioso que reclama admiração constante, ego nos píncaros, inchado e inflacionado, empatia zero. Exige muito dos outros, dá pouco de si. Este é um mundo muito próprio, uma maneira de ser particular. Como lidar com tudo isto?

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I am a Dom. I am a human. I make mistakes. I learn from My mistakes as to not make them again.

Even though I am a Dominant it doesn't mean that I am cold hearted or don't have emotions and/or feelings. Somewhere along the way people in this lifestyle have perceived the notion that Dom's do not need the reassurances that subs do. This couldn't be further from the truth.

We are people too. We enjoy hearing that We did a good job at something. We want to hear that was an amazing scene or a fantastic spanking. Nice writing. Great picture. Everyone needs to hear “good job” or “way to go” at some point. If the good isn't over emphasized and only the negatives are then the person only knows that they aren't good enough.

At what point do people start to understand that Dominants have feelings, thoughts and emotions too? When and where did people stop realizing this? Just because the Dom is in charge doesn't mean that the Dom doesn't have a feeling or two that can get hurt along the way. We are in fact people too and it may surprise many that We are human as well. Everyone enjoys hearing that they did something good.

A good Dom will reward good and acceptable behavior in many ways. A simple good girl can work or washing her hair at bath time; a massage with lotion or back rubs while she falls asleep. When is the last time you have rewarded your Dom? Have you made your Dom spoiled and special lately?

Try to see things from a different perspective other than your own. A Dominant has many things to take into consideration. your thoughts and understandings. your training. your physical and mental well-being. your outlook. your attitude. your perception. Everything you do He/She has to take into consideration for good or bad. The Dom stays on top of everything playing chess not checkers as He/She thinks four or five moves in advance. This is no easy task. Add to this assignments, daily life, work, kids, bills, etc. etc. the list goes on and on.

In closing; I feel it is important to remember those who base Their whole life around you and what you're feeling by reminding them that They too are doing a good job. Even when they mess up. Because yes, W/we are all human and W/we all mess up.

But this is just one Dom's opinion.

Until next time,

Stay safe, make good choices and as always; stay kinky My friends.

-D

https://www.facebook.com/1068292759955431/posts/2349882448463116

Havelock Ellis in “Studies in the Psychology of Sex” says that sadism and masochism are so closely related, that they are complementary acts of love; pain is inflicted because of love, not abuse. For the pleasure of both giver and receiver.

He also states another little understood secret of the BDSM lifestyle—sadomasochistic activities (distinguished from abusive relationships) involve the “express request of the masochist” who gives the sadist emotional cues and mutually understood signals—in essence prompting and guiding the sadist on how to properly give him pleasure and pain.

Excerpt from “Dom’s Guide To BDSM Vol. 1: 49 Must-Know Tips On How To Be The Perfect Dom/Master Your Submissive Will Truly Respect & Admire (Guide to Healthy BDSM)” – Larocco, Matthew


Havelock Ellis, em “Estudos em Psicologia do Sexo”, diz que sadismo e masoquismo estão tão intimamente relacionados, que são atos complementares de amor; a dor é infligida por causa do amor, não de abuso. Para o prazer de quem dá e recebe.

Ele também afirma outro segredo pouco compreendido do estilo de vida BDSM – atividades sadomasoquistas (distintas de relacionamentos abusivos) envolvem o “pedido expresso do masoquista”, que fornece aos sádicos sinais emocionais e sinais mutuamente compreendidos – em essência, levando e guiando o sádico sobre como propriamente lhe dar prazer e dor.

(Ou “De falsas submissas”)

Não é, nunca foi e nunca será.

Alguns acham que para ser sub basta obedecer, servir e levar umas palmadinhas… obedecer só quando lhe convém, servir só quando lhe é agradável… como se obedecer e servir de qualquer forma bastassem. Obedecer quando quer é fácil, servir quando é interessante também, qualquer um pode fazer isso, crianças fazem isso o tempo todo e o mesmo não as torna submissas; o fazem de forma isolada, de acordo com as circunstâncias. O obedecer e o servir em uma submissa deve ser inerente a ela perante seu Dono , Ele estando presente ou não. Cabe ressaltar que não estou falando de uma obediência que torne a sub uma sem identidade. Sempre falo que a sub deve pensar por si, ver o que acha aceitável ou não, lógico que pode vir a mudar de opinião, aumentar seus limites, aprender, mas tem certas coisas que o não é não e pronto. Por isso o SSC é tão importante.

Ser submissa é além de obedecer e servir , no sentido REAL da palavra, é SENTIR a submissão, ter a POSTURA de uma sub com coleira, pois tudo o que fizer recai sobre seu Dono, afinal cabe a ele não apenas te proteger , mas te ensinar, te conduzir, te guiar, te educar.

Ser submissa é se superar todos os dias. É lidar com o desconforto de algumas situações. É estar disposta a aprender. É colocar seu Dono acima de você. É muitas vezes sorrir quando você quer chorar. É esperar. É saber quando é hora de falar e quando é hora de calar. É construir dentro de você a sua fortaleza.

Ser sub é estar disposta a aceitar a correção, o castigo, mas não apenas aceitar e sim aprender com ele. É se deixar moldar, transformar (e toda transformação dói) e agradecer por isso.

Ser sub é você se melhorar a cada dia em cada etapa de seu crescimento.

Ser sub é você honrar não apenas teu Senhor com gestos, palavras e ações, mas a você também.

Sofie Bianco https://queridolobo.tumblr.com

#foodforthought

Será assim?

“Se eu não gostar de mim quem gostará?” já foi o slogan de uma marca mas transformou-se no slogan de muita gente. Regra geral, as mesmas pessoas que se definem como “muito bem resolvidas”. E que acham que o ponto de partida para nos levarem a sério, para gostarem de nós e para nos amarem passa por darmos “o pontapé de saída” e começarmos, nós próprios, por gostar de nós.

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Apesar de a maioria dos produtores e vendedores de preservativos desaconselharem a utilização em simultâneo de dois preservativos por aumentar a taxa de falha devido à fricção. E apesar dos estudos realizados sobre este assunto serem limitados, não existem dados que comprovem a diminuição de efeito de prevenção quer de transmissão de IST's, quer de fecundação, sendo possivelmente até benéfica.

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“Toda a história começa com uma memória”

Fascinante e complexa, a memória é como um labirinto onde, em determinada fase da vida, podemos perder-nos irremediavelmente. Conhecer fatores de risco que danificam as estruturas do cérebro, os sinais de alerta e como agir para tornar a memória mais resistente ao envelhecimento é uma ajuda preciosa.

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Figging é uma prática BDSM que consiste na inserção de um pedaço da raiz do gengibre descascada para estimulação anal, vaginal ou uretral. Dependendo da duração, pode ser utilizado como estimulante ou como tortura.Quando inserido e devido às suas propriedades termogénicas, o gengibre começa por provocar sensações suaves, semelhantes a um ardor leve, transformando-se em ardor forte, devido á absorção do gengibre pelas mucosas internas.Os efeitos do gengibre variam de pessoa para pessoa, no entanto as referências à prática indicam que após 20 minutos os efeitos são quase imperceptíveis.

Já reza a mitologia que Zeus mandou castigar as escravas que fornicavam por de trás das suas estátuas desta forma, mas não funcionou muito bem para o deus porque as escravas pediram por mais. Existem relatos da raiz de gengibre como método de tortura desde a época vitoriana, principalmente em esposas infiéis.  Mas originalmente, era aplicado em cavalos, em uma prática conhecida como Gingering, para manter a postura e o rabo levantado dos garanhões. Prática atualmente completamente proibida (excluindo os garanhões de duas patas e sempre consensual).

Como fazer?

A raiz do gengibre tem um morfologia característica constituída por protuberâncias, semelhantes a dedos.

A pratica de Figging requer preparação do gengibre, removendo a casca, o mais finamente possível, para conservar o interior do gengibre pois este tem tendência a ir perdendo as camadas que o compõe, devendo este ser lavado de forma a alisar a sua superfície.

Para utilização anal ou vaginal o gengibre deve ser moldado de forma um plug. Deve ter uma base, de forma a evitar que haja retenção do gengibre e uma peturberancia de forma a evitar a sua expulsão.

Para utilização uretral deve ser usada a parte média mais fibrosa  da raíz moldada em forma de sonda, de maneira a que a ponta mais fina entre facilmente na uretra e  mais robusta fique de fora de forma a que facilmente seja retirado.

Riscos e Cuidados:

A pratica de Figging, quando não excede o tempo de referência de atuação e tendo em conta limitações possíveis da pessoa em contato, não acarreta riscos de maior e/ou definitivos.Contudo, por ser uma prática que abrange áreas sensíveis como vagina, uretra e anus, constituídas por mucosas sensíveis e bastante irrigadas, há a sensação de queimadura. A sensação diminui quando é retirado o gengibre mas mantem-se por alguns minutos. Essa sensação vai desaparecendo, não havendo danos reais na pele.  Mas para aliviar a sensação pode ser feita lavagem em água corrente, ou embebidas compressas em água e colocar na zona de contato.

  • Se o gengibre ficar retido deve ser procurada assistência médica.
  • Ao moldar a raiz, não deixe superfícies ponteagudas  que podem magoar ou superfícies soltas que podem ficar retidas dentro da vagina, ânus ou uretra.
  • Introduza e deixe o gengibre na vagina ou no ânus no máximo de 5 a 10 minutos.
  • A possíbilidade de reações alérgicas ao gengibre são reais, e não incomuns. Se a sensibilidade é conhecida não arrisque na prática. Um teste simples consiste em colocar gengibre numa pequena área de mucosa durante um pequeno período de tempo, se não existir reação a prática pode continuar. Se verificar reação do organismo como irritação cutânea, comichão, olhos lacrimejantes ou espirros não prossiga. Em casos mais graves pode ocorrer dificuldade respiratória, podendo levar a perda de consciência e nestes casos deve ser contactado o serviço de emergência imediatamente.
  • Devem ser evitados lubrificantes, pois estes podem alterar o gengibre, além de que o efeito pretendido tende a não ser o mesmo, pois não há contato direto com as mucosas. A introdução do gengibre deve ser feita de forma gradual, para ir habituando o local.
  • Depois do corte ou do manuseio deve-se lavar as mãos. É perigoso tocar nos olhos por acidente com gengibre nas mãos.

#sexo #saude #prazer


Por Florie

As doenças crónicas correspondem a patologias que se prolongam no tempo, são de progressão lenta e, na maior parte dos casos, não têm cura. As doenças cardiovasculares são as mais fatais, seguidas dos cancros, doenças respiratórias e diabetes.

O tabagismo, o alcoolismo, o sedentarismo e a má alimentação são os principais fatores de risco para o aparecimento destas patologias

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